terça-feira, 27 de outubro de 2009

Jenny Humphrey

Olá? Resolvi fazer este post falando da Jenny, personagem interpretada por Taylor Momsen na série Gossip Girl. Falar não é bem o termo, na verdade selecionei alguns looks dela que eu particularmente sou apaixonada. Hã, bem... Ainda não a vi usar nada que não fosse digno desde a reviravolta que a personagem sofreu.
Vejam:
( Foi assim que a Jenny iniciou na trama)

Bem, até mesmo antes, mas vamos dizer que ela deu uma boooa melhorada. E eu pago um pau tremendo e assumidamente pra o figurino dela, então, vamos ao fatos. Ou melhor, as fotos:






Imagens valem mais do que mil palavras, não é meus queridos? Agora digam se ela não arraza.

Well, I'll stay here. See you soon!
You now, you love me.
Xoxo, Gossip Girl. Ops!! Eka.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

A mulher que transformou a estética punk em moda.

Bem para começar, vamos de Vivienne Westwood. Lembro-me a primeira vez que li seu nome, deveria ter um 11 anos tenho até guardado em minha caixinha de recordações o pedaço de papel onde anotei para pesquisar depois. Naquela época eu estava mais interessada por arte que por moda, deixei pra lá. Até que aos 15 lendo sobre os Sex-pistols... A sex... E pá: Vivienne!

Achei meio obrigatório começar com um post sobre ela, a mulher arraza! Quando eu crescer quero ser igual a ela.. (SONHA BEM POUQUINHO!)

Vivienne nasceu em 1941, em Glossop, uma cidadezinha perto de Manchester, na Inglaterra. De família de classe média, sua mãe trabalhava em uma fábrica de algodão e o pai pertencia a uma família de fabricantes de calçados.
Aos 17 anos, mudou-se para Londres e algum tempo depois passou a dar aulas de inglês e casou-se com Derek Westwood, um diretor de uma escola de dança, com quem teve seu primeiro filho.
Influenciada talvez pelo clima rebelde e liberal do final dos anos 60, a até então pacata mãe de família terminou seu casamento e iniciou uma viagem por uma vida completamente nova, pautada por muita polêmica e ousadia.
Vivienne conheceu Malcolm McLaren, que tornou-se rapidamente seu segundo marido e um crítico do movimento flower power, o qual considerava um movimento sem sentido e comercial. Juntos, em 1970, buscaram nos anos 50 a inspiração para a criação de sua primeira loja, chamada "Let It Rock" e localizada no número 430 da Kings Road. Lá, eles vendiam objetos e roupas que lembravam Elvis Presley e o rock and roll original da época.
Com McLaren, a designer teve seu segundo filho, Joseph Corre, que atualmente é dono de uma das lojas de lingerie mais famosas de Londres, a Agent Provocateur.
A ex-professora de inglês começou então a criar suas próprias roupas, pensando nos que vivem à margem da sociedade, negros e rockers.
Em 1972, a loja passou a chamar-se "Too Fast to Live, Too Young to Die". A ousadia de suas roupas começou a se destacar em peças de couro, t-shirts com estampas eróticas, motivos africanos, entre outros.
Com a polêmica criada, eles chegaram a ter problemas com a justiça e, em reação, o nome da loja mudou novamente, agora para "Sex", . (Na mesma época seu marido era produtor da banda Sex Pistols, uma das primeiras grandes bandas punks existentes. Como Vivienne vestia aquela, entre outras bandas, ficou conhecida como “estilista-punk”, título que é atribuído a ela até hoje.) onde suas t-shirts ganharam ainda mais ousadia com mensagens mais explícitas, além de venderem objetos sadomasoquistas. Nesse período, a borracha tornou-se a principal matéria-prima de suas criações.

Vivienne Westwood se apresentava com roupas de couro, t-shirts rasgadas (chamadas por ela de "catalyst-shirts") e acessórios feitos de correntes e cadeados. Nascia aí o conceito punk de se vestir.

O trabalho do casal começou realmente a se difundir quando Vivienne criou um modelo novo, feito de borracha e vinil vermelhos. Além disso, Malcolm era o produtor da banda punk mais influente da época, os Sex Pistols, vestidos pela estilista. Daí o fato de ser chamada de estilista punk até hoje. Ela mesma afirma: "na época, não me via como estilista. Procurávamos motivos de rebelião para provocar o stablishment. O resultado dessa procura foi a estética punk".

(Foto de Vivienne nos anos 70

com cabelos espetados e

suasfamosas t-shirts rasgadas)




A corte inglesa e o erótico
Como todo movimento, a cultura punk se diluiu com o passar do tempo e quando o Sex Pistols acabaram, a estilista chegou a pensar em desistir de sua carreira. No entanto, aquela que transformou o punk em moda, partiu para outra viagem. Seu interesse se voltou para a história do vestuário, especialmente as indumentárias indígenas, rebeldes e piratas.

Muito de acordo com o momento em que Viviam, a loja do casal MacLaren passou a se chamar definitivamente "World's End", onde o piso era inclinado, o relógio de entrada tinha 13 horas e os ponteiros moviam-se ao contrário.
Sua primeira coleção ("Pirates") apresentada em um desfile aconteceu em 1981 e a reação do público foi muito positiva. O Victoria & Albert adquiriu um vestido, um colete e um chapéu, além de mais 30 peças da estilista para seu acervo.
Sua segunda coleção ("Nostalgia of Mud") foi apresentada em 1982, em Paris, que desde Mary Quant não abria suas portas a um criador inglês. Era também o fim do casamento e da parceria entre Vivienne e Malcolm. Em
1983, a coleção "Witches" só trazia a assinatura da estilista.
Durante os anos 80, ela passou a criar roupas cada vez mais ligadas à história de outras épocas, rejeitando por completo o estilo yuppie, principal referência da chamada década perdida. Suas roupas tornaram-se exuberantes, caras, com cores fortes e formas exageradas.
Em 1984, ela apresentou crinolinas mini, enchimentos nos seios e nos quadris, além de enormes sapatos plataforma.

Em 1987, começou a criar espartilhos, que se tornaram ícones de sua marca. Em 1990, na coleção "Portrait", surgiram os mais célebres modelos de espartilho que viria a criar, estampados com cenas do quadro "Um Pastor Observa Uma Pastora Adormecida", de François Boucher. Nesse mesmo ano, ela apresentou sua primeira linha de roupas masculinas,
em Florença. Seu desejo era que o homem se vestisse de forma atraente e erótica.
Em sua coleção de 1994, "Erotic Zones", surgiram peças que deixavam o bumbum das modelos à mostra e, em 1997, ironizando o traje típico escocês masculino, criou roupas femininas sensuais e coquetes.

Seu interesse pelo estilo escocês a fez criar um padrão que se tornou reconhecido oficialmente e tem o nome de Marc Andréas, nome de seu atual marido, o qual conheceu quando dava aulas na Academia de Artes Aplicadas de Viena no final dos anos 80. Nunca perdeu sua identidade e sempre se mostrou atenta aos acontecimentos do mundo lançando roupas inusitadas, como uma camiseta com a frase “Não sou terrorista, por favor, não me prenda”, feita em edição limitada protestando contra as duvidosas leis anti-terroristas adotadas pelo governo inglês depois dos ataques em Lomdres
no ano de 2005.
Ao longo de sua carreira como estilista, Vivienne Westwood ganhou diversos prêmios, entre eles o de designer do ano da Grã-Bretanha em 1990 e 1991, além de ter sido nomeada membro de honra do Royal College of Art.
Em sua última coleção, apresentada em março deste ano, em Paris, mostrou um mix de peles, xadrez, botas, malhas, muitas amarrações e sobreposições com influências étnicas. Menos ousada? Talvez. No entanto, Vivienne Westwood sempre foi considerada uma estilista polêmica e se manteve como maldita, uma imagem de ovelha negra que gosta de preservar.

Vivienne é o centro da moda inglesa há 34 anos, influência gostos, pessoas e atitudes.


(Fachada da 'Sex', Londes)


(Sid Vicious, baixista dos Sex Pistols. Sua imagem percorreu o mundo divulgando o estilo punk. Tanto que o cargo na banda lhe foi dado não por seu talento com o baixo - que na verdade ele não tocava - mas sim por ser um cara muito estiloso.)

(Primeira coleção da estilista: Pirates -1981)

(Erotic Zones: Primavera/verão 1995)

(Dressing Up: Outono/Inverno1991/92)


(Civilizade: Primavera/verão1989)

(Savage: primera/verão1982)
(out/inv2004/05 masculino)
(Gold Label: outono/inverno1999)

( Melissa por Vivienne Westwood)

( Primavera/verão 2011)



Obs: Nada haver com o verão brasileiro, mas para mim quem nem sou muito chegada nas coleções de primavera/verão, essas peças estão muito boas.


:*

terça-feira, 20 de outubro de 2009

saudações.


Bem fazia um tempo que eu queria criar outro Blog pra mim, mas sem internet em casa não fazia sentido. Ah, mais pra quê OUTRO blog Eka? Por que o http://nãosounemobrigada é mais uma narrativa frustrante e pseudo-empolgada da minha vida, em outras palavras, um diário meu. Neste eu quero falar de outras coisas. Coisas que gosto! Música... E, principlamente, moda. Que no fim das contas acabam sendo tudo o que mais amo fazer/sentir, em fim o que eu quero pra minha vida!
Isso se eu não fosse uma vagabunda, mas eu sei que um dia vou deixar de ser, e vou atras dos meus objetivos. Por enquanto, vou ficando por aqui.
Em resumo, vou publicar aqui as coisas que pesquiso quando as futilidades me enjoan.
MODA, MÚSICA E REVOLUÇÃO.




Eka.